Calcula o juro rotativo. Chamado pelo batch noturno. Alterações propagam para 14 módulos.
8 linguagens legadas, símbolo a símbolo.
Nenhuma linha sai do seu data center.
Dentro do seu perímetro, sempre.
São milhões de linhas de trinta ou quarenta anos, mantidas por um punhado de especialistas, e nada disso foi documentado.
A IA prometia resolver e virou parte do problema: sem contexto ela não roda sobre o legado, e todo módulo "não mexe, que funciona" vira legado no instante em que o entendimento se perde. O que levava trinta anos para apodrecer agora leva trinta dias.
Seu banco roda em trinta anos de decisões empilhadas, nenhuma pensada para conversar com a próxima. A unlegacy lê qualquer uma delas exatamente como está — sem trocar linguagem, sem migrar banco de dados, sem esperar pelo especialista que ainda lembra o COBOL. A decisão volta para quem precisa tomá-la.
Cada função, cada linha, cada decisão vira um nó — conectado às regras que ela cumpre, aos riscos que carrega, ao que depende dela e à documentação que a explica.
Ela lê qualquer linguagem como ela é, símbolo a símbolo, e constrói num grafo de dependências uma ontologia viva do sistema, com cada regra de negócio ancorada na linha que a sustenta.
O que era opaco vira um mapa que o time, a IA e a liderança conseguem ler, e cada resposta aponta para a fonte, em vez de alucinar sobre o legado.
Calcula o juro rotativo diário sobre o saldo devedor e aplica carência para clientes em dia.
Chama LOTE-NOC (batch noturno). Alterações propagam para 14 módulos.
Seis aplicações nativas já rodam sobre essa ontologia — modernização, documentação, build, monitoramento, segurança e digital twin — cada uma enxergando o sistema inteiro, não um recorte dele.
Mas o ponto central é outro: você conecta o seu próprio modelo — Claude, GPT, Gemini, qualquer ferramenta compatível com MCP — e usa a unlegacy como contexto vivo para resolver o que for preciso, dentro da sua própria infraestrutura.
Toda mudança é testada num digital twin antes de tocar produção — risco operacional vira variável conhecida, não aposta, e sem downtime.
Módulo a módulo, caminho seguro pela ontologia.
Viva, versionada, exportável sem lock-in — Markdown, PDF ou MCP.
Produto novo sobre o core, sem tocar no core.
Dependências, riscos e mudanças em tempo real.
Vulnerabilidades à luz do dia, arquivo por arquivo.
Ensaia cada mudança antes da produção.
Conecte o seu modelo. A unlegacy vira o contexto vivo para o seu agente fazer o que você precisar.
A unlegacy mantém um digital twin do sistema, mesma estrutura, mesmas regras, mesmo comportamento, espelhado em tempo real. Toda mudança é ensaiada no digital twin antes de tocar produção, e ele continua ativo muito depois da migração, testando cada patch e cada ajuste regulatório pelo resto da vida útil do sistema.
O princípio é simples: o processamento vai até o dado, nunca o contrário. O runtime roda dentro da infraestrutura do banco, e chega às ferramentas de IA que o banco já usa através de uma camada MCP.
Todo o código roda aqui dentro.
Orquestração e telemetria sobre metadado anonimizado. Nenhuma linha de código cruza a fronteira.
Detalhes de certificação e evidências de conformidade disponíveis sob NDA durante due diligence.
14 módulos dependentes já mapeados. Migração acontece um módulo por vez, cada um testado no digital twin antes de ir para produção.
Calcula o juro rotativo mensal sobre o saldo em aberto do cartão, respeitando o teto regulatório do BACEN e o período de carência contratual.
Consumido por
LOTE-NOC.CBL CARTOES-LIMITE.CBL AUTH-MIDDLEWARE.CBL
Gerada automaticamente para todo o sistema, não só este módulo. Zero lock-in — exporte e leve para onde quiser.
A nova API lê o core pela ontologia, sem alterar uma linha do COBOL original. Deploy independente, rollback instantâneo.
Espelhando 100% do tráfego de produção em tempo real — paridade completa, todo request comparado.